Indicação de blog. Mas para quem gosta de futebol e de trocar umas ideias sobre:
http://olhotatico.blogspot.com.br/
O blog trata de futebol, enfocando prioritariamente esquemas táticos e análises técnicas e táticas de diversos times e seleções por aí. E o principal: de maneira sucinta, com textos curtos (bons para estes tempos de pressa em que vivemos) e ao mesmo tempo claros. É de um ex-aluno meu, que hoje faz jornalismo e ainda vai dar muito o que falar, grande promessa!
Cultura, atualidades, alimento para a mente, os olhos e o espírito (ah, e a pança também!).
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Mestre fatiador?
O que me leva a pensar em alguma explicação para isso. Ou algumas.
Um: a máquina que fatia o tal laticínio talvez seja caríssima. GRANDE, imponente, ultra-high-tech, cheia de componentes eletrônicos, chips e comandos sofisticadíssimos, o que exige anos de treinamento para operá-la.
Dois: a pessoa que corta o dito queijo em fatias para o deleite (sem trocadilhos) dos apreciadores de sanduíches e derivados deve ser um mestre fatiador, de linhagem secular e que passa os segredos do ofício apenas para um dos filhos, guardando assim os louros (e os lucros) da profissão, como o escriba no Egito Antigo.
Três: uma combinação das duas hipóteses anteriores - talvez o dito mestre fatiador tenha inventado a tal máquina revolucionária.
Quatro: pura sacanagem do supermercado para castigar os acomodados ou os comodistas.
Sei lá eu, mas que é um absurdo cobrar praticamente o dobro do preço de um produto apenas para fatiá-lo, isso é. A menos que uma das três primeiras hipóteses esteja certa...
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Vanda morreu
| Ficha de Dilma no SNI, onde se veem os outros nomes que usou em sua atividade então de esquerda. |
Luíza havia já morrido, quando continuou no PT mesmo após o escândalo do mensalão vir à tona. Morreu por cumplicidade, ou no mínimo por conivência. Teve chance de se salvar, com Luciana Genro e outros, mas não aproveitou.
Depois foi a vez de Patrícia. Morreu quando se aliou ao PMDB, com quem ainda continua, in memorian. Triste morte, porque prolongada e agonizante.
Triste noticiar ainda hoje estes óbitos recentes, na nossa ex-esquerda - ou ex-querda.
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sábado, 18 de janeiro de 2014
Cavalo verde
Tem aquele linguajar típico dos rincões e principalmente aquelas analogias de gaúcho - "mais solto que peido em bombacha" e "frio de renguear cusco", por exemplo, e máximas como "a partir do Mampituba tudo é exílio". Sem falar nas brincadeiras (sem maldade) com os catarinas, como atribuir a eles o chamar helicóptero de avião de rosca e guisado, de boi ralado!
Quem tem intimidade com causos vai gostar de reler alguns e é um bom presente para quem não é daqui ou não é muito íntimo da cultura rural do RS, tipo 'guri de apartamento'!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
1822 - ou ainda aquele velho ranço...
Acho que já comentei por aqui, mas não custa reforçar (até porque não estou a fim de procurar mesmo!), pois tem muita gente que torce o nariz para este ou outros livros do autor ou do gênero (livros sobre História escrito não por historiadores, mas por jornalistas).
A maior parte do ranço está nos velhos argumentos de que "não diz nada de novo" ou "fica caricaturizando a História".
Vamos por partes.
1. Quanto a não trazer nada de novo, é verdade. Até porque a base da pesquisa do autor é em outros livros e artigos (fontes secundárias, portanto), de historiadores. Quem é historiador e pretendia encontrar novidades, novas descobertas nos livros do Laurentino Gomes precisa rever seus conceitos - sobre descobertas, sobre livros ou sobre História.
2. Quanto a caricaturizar a História ou pegar particularidades e colocá-las no centro da discussão, também há que se registrar que o historiador que lê estes livros sabe (ao menos deveria saber) discernir o que é Historia o que é regra e o que é exceção. E quem não é historiador, então, tem um prato cheio, tem bons pontos de partida para buscar mais informações sobre o que está lendo... Na verdade, o grande mérito deste tipo de leitura, iniciado no Brasil, creio eu, com os livros do Peninha (a trilogia do descobrimento, às vésperas dos "500 anos" é o de aproximar o público 'comum' da História. Poucos não-iniciados em História pegavam antes livros de História para ler, até porque a maioria esmagadora dos livros de História escritos por historiadores destina-se mesmo A historiadores (salvo algumas exceções, como Mary Del Priori). O academicismo e muitas vezes a linguagem acaba afastando o público comum dos livros de História. A popularização da História acabou acontecendo mesmo através destas obras que a "traduzem" para o público comum. Isso explica a grande quantidade e o sucesso de revistas de História que temos hoje, bem como as séries de livros e filmes com fundo na História. Quem lê E GOSTA acaba indo atrás de mais informações, e bebendo em outras fontes. Eu mesmo tenho alunos que já no ensino fundamental, aos 12, 13 anos leem e comentam comigo sobre estes livros (1808, 1822, 1889...), espontaneamente, sem a leitura ter sido cobrada e muitas vezes até sem estarmos estudando tais assuntos. Alguém aí duvida da crescente popularização da História nos últimos anos?
Enfim, vale sim a leitura, e mais ainda se ela for ponto de partida para aprofundamento em outras fontes!
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sábado, 11 de janeiro de 2014
La caponata
Bah, o título ficou até parecendo nome de máfia...
Nada como as férias... Tempo para se dedicar a atividades que dão prazer e fazem bem à cabeça - e, de quebra, à gula!!!!
Encontrei uma boa receita de Caponata (a famosa pasta de berinjela) e resolvi experimentar. Bem facinha e com ótimo resultado, anotaí!!!
CAPONATA
Ingredientes:
- 2 berinjelas grandes
- 1 pimentão vermelho e 1 amarelo
- 1 cebola grande
- 3 dentes de alho amassados
- 200 g de champignon picado
- orégano a gosto
- sal a gosto
- salsinha e cebolinha a gosto
- azeite para refogar e cobrir a conserva
Preparo:
- Descascar a berinjela e cortar em cubinhos ou tirinhas (preferi o formato das tirinhas, mais comum na caponata). Como se vê na foto, berinjela cortada não é a coisa mais bonita do mundo, mas, segue fazendo a receita que o resultado compensa!
- Retirar as sementes dos pimentões e cortar no mesmo formato da berinjela. Eu não tinha o vermelho, então usei o verde mesmo; em termos de gosto acho que não dá tanta diferença, só no visual mesmo...
- Refogar a cebola picada com o alho amassado no orégano e no azeite. Como estou suspeitando ser alérgico à orégano, não coloquei (nas últimas vezes em que fiz pizza sem orégano passei bem...)
- Juntar a berinjela e os pimentões, mexendo para não pegar no fundo. Acrescentar o champignon e corrigir o sal, de acordo com o gosto pessoal. Quando a berinjela estiver mole, é hora de apagar o fogo e acrescentar a salsa e a cebolinha. Depois, colocar em um refratário de vidro e deixar esfriar. Aí é só colocar em um recipiente de vidro bem limpo, cobrir com azeite e levar à geladeira. Fica melhor nos dias seguintes, mais 'curtida'. Eu usei azeite de oliva, em cada vidro (não tinha vidro grande disponível, fiz em vários daqueles de papinhas). Bom com torradinhas, e já fiz até pizza com esta pasta!

Nada como as férias... Tempo para se dedicar a atividades que dão prazer e fazem bem à cabeça - e, de quebra, à gula!!!!
Encontrei uma boa receita de Caponata (a famosa pasta de berinjela) e resolvi experimentar. Bem facinha e com ótimo resultado, anotaí!!!
CAPONATA
Ingredientes:
- 2 berinjelas grandes
- 1 pimentão vermelho e 1 amarelo
- 1 cebola grande
- 3 dentes de alho amassados
- 200 g de champignon picado
- orégano a gosto
- sal a gosto
- salsinha e cebolinha a gosto
- azeite para refogar e cobrir a conserva
Preparo:
- Descascar a berinjela e cortar em cubinhos ou tirinhas (preferi o formato das tirinhas, mais comum na caponata). Como se vê na foto, berinjela cortada não é a coisa mais bonita do mundo, mas, segue fazendo a receita que o resultado compensa!
- Refogar a cebola picada com o alho amassado no orégano e no azeite. Como estou suspeitando ser alérgico à orégano, não coloquei (nas últimas vezes em que fiz pizza sem orégano passei bem...)
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Bom, outro ano fraco em termos de leituras (espero que o último), mas ainda assim, vamos manter a tradição - sim, sou apegado a tradições! - e proceder à lista das indicações desta Mente Inquieta.
Os indicados estão em azul!
- Getúlio Vargas em dois mundos (Wanda Canutti)
- Canções (Mário Quintana)
- Rua dos cataventos (Mário Quintana)
- Os templários (Barbara Frale)
- Uma história do mundo (David Coimbra)
- Bento Gonçalves - o herói ladrão (Tau Golin)
- Buda - O mito e a realidade (Heródoto Barbeiro)
- Figura na sombra (Assis Brasil)
- O exército de um homem só (Moacyr Scliar)
- Seu amigo esteve aqui (Cristina Chacel)
Como se vê, muito livro indicado para pouca lista, mas, desde que passei a ter pouco tempo para leitura, passei a selecionar BEM MELHOR o que leio. Se vou ler pouca coisa, não quero perder tempo com livros maisoumenos!
domingo, 5 de janeiro de 2014
Ajeitando as melancias
Outro ano se foi. E um bem punk, por sinal. O mais pesado em termos profissionais, com uma série de exigências, burocracias e carga absurda de trabalho para casa. Logo para casa, local de relaxar, desligar um pouco do mundo e ver a filha crescer. Mas este ano tudo vai ser diferente - promessa de ano novo? Sei lá, talvez apenas um desejo, uma esperança...
Enfim, férias, e voltamos ao blógue. Queria ter passado aqui antes, foi um final de ano com bastante temas para serem abordados - o segundo enterro do João Goulart, infelizmente abafado pela morte de um ícone mundial do século XX, Mandela; os 45 anos do AI-5, também em dezembro, as punições do mensalão, Snowden e por aí vai.
Mas vamos aos poucos arrumando as melancias na carroça, com o sacolejar da estrada. O fato é que pretendemos - agora sim, promessa de ano novo! - ativar mais o Mente Inquieta em 2014, como foi em seus primeiros anos. Sim, em tempos de facebook mesmo. Sou metódico e organizado demais para postar no face o que posto aqui, pois um blog permite organização dos assuntos por temas. Por isso continuo e vou continuar blogando, paciência. Gostou do que leu aqui? Curte - aqui ou no face. E, o principal, comenta! Elogia, critica, chuta o balde, sei lá, mas me dá combustível!!!
Ah, e um feliz vinte quatorze para todos!!!
Enfim, férias, e voltamos ao blógue. Queria ter passado aqui antes, foi um final de ano com bastante temas para serem abordados - o segundo enterro do João Goulart, infelizmente abafado pela morte de um ícone mundial do século XX, Mandela; os 45 anos do AI-5, também em dezembro, as punições do mensalão, Snowden e por aí vai.
Mas vamos aos poucos arrumando as melancias na carroça, com o sacolejar da estrada. O fato é que pretendemos - agora sim, promessa de ano novo! - ativar mais o Mente Inquieta em 2014, como foi em seus primeiros anos. Sim, em tempos de facebook mesmo. Sou metódico e organizado demais para postar no face o que posto aqui, pois um blog permite organização dos assuntos por temas. Por isso continuo e vou continuar blogando, paciência. Gostou do que leu aqui? Curte - aqui ou no face. E, o principal, comenta! Elogia, critica, chuta o balde, sei lá, mas me dá combustível!!!
Ah, e um feliz vinte quatorze para todos!!!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
30 anos esta noite
Na verdade, nesta madrugada. Há exatos 30 anos, em 11 de dezembro de 1983 o Rio Grande do Sul tinha um Campeão Mundial. A terra, segundo a Placar, ficava azul.
Tempos de futebol bonito, de futebol jogado, de camiseta. Para se ter uma ideia, a premiação, acertada já em Porto Alegre, era de 5.000 dólares para cada jogador. Hoje a maioria dos jogadores (falo em times de ponta) não levanta da cama por 5 mil dólares...
Vi, já aos nove anos, meu time ser campeão do mundo. Meu pai, que torcia para outro, não teve a mesma sorte: viveu 58 anos e não viu nada.
A seguir, os gols daquela emocionante partida, com prorrogação e tudo.
E aqui os responsáveis:
Tempos de futebol bonito, de futebol jogado, de camiseta. Para se ter uma ideia, a premiação, acertada já em Porto Alegre, era de 5.000 dólares para cada jogador. Hoje a maioria dos jogadores (falo em times de ponta) não levanta da cama por 5 mil dólares...
Vi, já aos nove anos, meu time ser campeão do mundo. Meu pai, que torcia para outro, não teve a mesma sorte: viveu 58 anos e não viu nada.
A seguir, os gols daquela emocionante partida, com prorrogação e tudo.
E aqui os responsáveis:
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Singeleza
Mas aí, o cidadão lendo um Mario Quintana, bem tranquilo, e se depara com esta obra de singeleza, de seu segundo livro, lá de 1946 (Canções):
Primor de sutileza para descrever o acordar de uma criança. Isto quando o mundo mergulhava na guerra fria e tinha acabado de ver todo o horror dos campos de concentração e das bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Isto 40 anos depois do nascimento do poeta, quando faltavam ainda 20 para ele virar imortal da Academia Brasileira de Letras. Mais outros 20 anos e ele seria Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre, no já distante 1986 (demorou...). Ele que, ao receber, em 1967 o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre, ainda cunhou esta:
"Antes, ser poeta era um agravante. Depois, passou a ser uma atenuante. Vejo agora que ser poeta é uma credencial."
Mas bah! Só resta lamentar o fato de tal lacuna ainda não ter sido preenchida em nossa poesia, passados 29 anos da morte de Quintana...
Canção de junto ao berço
Não te movas, dorme, dorme
O teu soninho tranquilo
Não te movas (diz-lhe a Noite)
Que inda está cantando um grilo...
Abre os teus olhinhos de ouro
(O Dia lhe diz baixinho)
É tempo de levantares
Que já canta um passarinho...
Sozinho, que pode um grilo
Quando já tudo é revoada?
E o Dia rouba o menino
no manto da madrugada...
Primor de sutileza para descrever o acordar de uma criança. Isto quando o mundo mergulhava na guerra fria e tinha acabado de ver todo o horror dos campos de concentração e das bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
"Antes, ser poeta era um agravante. Depois, passou a ser uma atenuante. Vejo agora que ser poeta é uma credencial."
Mas bah! Só resta lamentar o fato de tal lacuna ainda não ter sido preenchida em nossa poesia, passados 29 anos da morte de Quintana...
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domingo, 7 de julho de 2013
Tristeza
Tristeza é pouco. Faltam palavras para descrever o sentimento pelo incêndio no Mercado Público de Porto Alegre, na noite de ontem.
Tristeza e pesar por vários motivos, como os humanitários por exemplo: pensando nas centenas (milhares) de famílias que tem seu sustento ali, como proprietários de estabelecimentos ou como funcionários.
Tristeza e melancolia também ao lembrar de incontáveis ótimos momentos vividos por ali, desde os tempos de faculdade, estagiário e bolsista da Fapergs no Arquivo Público, com muitos cafés e reuniões com colegas e professores orientadores no Mercado. Mais tarde, trabalhando no CIEE, sempre levava erva do amargo dali. Como as muitas cuias, bombas, alpargatas, chazinhos e demais guloseimas. E, ultimamente, freguês dos açougues e dos chocolates, granulados e demais itens utilizados pela minha senhora no preparo de seus doces. O lugar não trabalha apenas com produtos, mas com nostalgia...
Dor também pelo patrimônio histórico, há poucos anos reformado (há muito custo) e que já resistiu a outros incêndios e até a uma enchente (1941), nestes seus 144 anos de história (e memória) pura.
Há muito o que ser apurado sobre negligência, responsabilidades, condições etc. Mas que se comece também a apurar dinheiro para sua reconstrução, o quanto antes. Pelos lojistas, pelos funcionários, pelos frequentadores, por Porto Alegre, pelo RS. Pela História.
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| Triste 06/07/2013 |
Tristeza e pesar por vários motivos, como os humanitários por exemplo: pensando nas centenas (milhares) de famílias que tem seu sustento ali, como proprietários de estabelecimentos ou como funcionários.
Tristeza e melancolia também ao lembrar de incontáveis ótimos momentos vividos por ali, desde os tempos de faculdade, estagiário e bolsista da Fapergs no Arquivo Público, com muitos cafés e reuniões com colegas e professores orientadores no Mercado. Mais tarde, trabalhando no CIEE, sempre levava erva do amargo dali. Como as muitas cuias, bombas, alpargatas, chazinhos e demais guloseimas. E, ultimamente, freguês dos açougues e dos chocolates, granulados e demais itens utilizados pela minha senhora no preparo de seus doces. O lugar não trabalha apenas com produtos, mas com nostalgia...
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| O Mercado em 1877 |
Dor também pelo patrimônio histórico, há poucos anos reformado (há muito custo) e que já resistiu a outros incêndios e até a uma enchente (1941), nestes seus 144 anos de história (e memória) pura.
Há muito o que ser apurado sobre negligência, responsabilidades, condições etc. Mas que se comece também a apurar dinheiro para sua reconstrução, o quanto antes. Pelos lojistas, pelos funcionários, pelos frequentadores, por Porto Alegre, pelo RS. Pela História.
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