BAITA dica. E nem vou dizer que é para quem gosta de arte. Primeiro porque não acredito que haja alguém que não goste. Segundo porque até para é pouco entusiasmado com o assunto (como pode?) vai curtir.
Seguinte: o portal Universia está colocando a cada dia uma obra de arte para apreciação. E o melhor, com todas as características da obra, período e contexto. De maneira clara, compreensível e didática. Grande iniciativa, arte e cultura NUNCA são demais (no Brasil então...)
Clica, abre e faz como eu: adiciona à tua barra de favoritos para lembrar de abrir todos os dias:
http://noticias.universia.com.br/tag/um-pouco-de-arte-para-sua-vida-2014/
O projeto começou há menos de um mês, então dá para ver também, além da obra do dia todas as outras desde o início. Já teve Frida, Van Gogh, Bosch, Degas, Matisse, etc.
Cultura, atualidades, alimento para a mente, os olhos e o espírito (ah, e a pança também!).
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Conservinha
Fim de férias. É, um dia acaba mesmo...
Mas ainda deu tempo de brincar na cozinha e exercitar um pouco o hobby. A pedida da vez foi a conserva de cebola, que aqui em casa como aos montes (nunca fico sem). Essa é bem facinha:
Ferve o vinagre com os temperos que tu gosta (eu coloquei louro, orégano e manjericão) Põe as cebolas, devidamente descascadas no vidro e, quando esfriar, completa com o vinagre e os temperos. Sim, é só isso. Difícil, não?
Algumas dicas, porém, são fundamentais:
- o vidro em que vai a conserva, como qualquer outra conserva, deve estar bem esterilizado.
- a quantidade do vinagre (e dos temperos) depende do tamanho do vidro e da quantidade de cebola. Usei, para duas redinhas de cebolas, que comprei no mercado público, uma garrafinha inteira (500ml).
- embora ADORE cebola, dei uma boa fervida nelas, pois gosto de ter seu gosto na boca durante a refeição, e não durante o dia inteiro.
- quanto mais tempo ficar no vidro, melhor fica a conserva, mais curtida. Então é sempre bom fazer quando ainda tiver outra conserva de cebola na geladeira - até esta acabar, a outra estará já com alguns dias/ semana de tempero.
Agora levanta daí, vai comprar os ingredientes e te puxa!!!!
Mas ainda deu tempo de brincar na cozinha e exercitar um pouco o hobby. A pedida da vez foi a conserva de cebola, que aqui em casa como aos montes (nunca fico sem). Essa é bem facinha:
Algumas dicas, porém, são fundamentais:
- o vidro em que vai a conserva, como qualquer outra conserva, deve estar bem esterilizado.
- a quantidade do vinagre (e dos temperos) depende do tamanho do vidro e da quantidade de cebola. Usei, para duas redinhas de cebolas, que comprei no mercado público, uma garrafinha inteira (500ml).
- embora ADORE cebola, dei uma boa fervida nelas, pois gosto de ter seu gosto na boca durante a refeição, e não durante o dia inteiro.
- quanto mais tempo ficar no vidro, melhor fica a conserva, mais curtida. Então é sempre bom fazer quando ainda tiver outra conserva de cebola na geladeira - até esta acabar, a outra estará já com alguns dias/ semana de tempero.
Agora levanta daí, vai comprar os ingredientes e te puxa!!!!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Esse é especial
Primeiro, e obviamente, e pela pesquisa histórica do autor, para ambientar sua ficção em meados do século XVIII, no sul do Brasil. Lugares (e seus nomes) e alguns personagens são reais, evidenciado o cuidado do autor.
Segundo, por parte da história se passar em Rio Grande. Nasci em Porto Alegre, mas uns 98% de minha família são daquela cidade, que conheço bem e ADORO. Poderia muito bem ter nascido por lá...
Terceiro, pois me lembra de um momento bastante interessante em minha vida. A primeira vez que li este livro foi em 1989, no primeiro bimestre (sim as escolas ainda organizavam-se em bimestres naquela época), para a disciplina de literatura. Haviam várias opções, mas por tratar-se de um autor que eu nunca havia lido, resolvi experimentar. Foi um baque, amor à primeira vista. Sempre fui leitor contumaz e sempre gostei de História, não sei como nunca havia lido o autor até aquele início de 1989...
Após escalas em alguns sebos (não encontrei em nenhuma livraria), acabei achando - e me agarrando - a louca trajetória do Doutor Gaspar de Fróis. Um ambicioso livro para alguém que então estreava no mundo das letras. Mas parece até o décimo ou décimo quinto livro, de tão bem conduzido. Recomendável para quem gosta de literatura, de História e do sul do Brasil.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Analógico
Nas viagens sou completamente analógico. Normalmente nem levo computador, mas desta vez levei, mais para uma necessidade, para minha herdeira poder ver uns videozinhos em caso de tédio extremo, o que nem foi preciso. Uma tarde, enquanto o pessoal dormia e eu já tinha acabado de ler os livros que havia levado, tive uma recaída e me loguei na rede social. Olhei alguns posts, vi que tudo continua na mesma na rede, sempre os mesmos tipos de posts (sobre o tempo, frasezinhas e imagenzinhas engraçadas e alguns avisando cada um de seus passos), respondi algumas coisinhas curti uma ou outra e saí. Sem muito o que fazer ou ler (também já tinha devorado o jornal), fui ler uns rótulos de produtos que encontrei na cozinha (açúcar, café, nescau, sal, bolachas diversas, ...) e descobri horrores! Mas nada de interessante...
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Olho tático
Indicação de blog. Mas para quem gosta de futebol e de trocar umas ideias sobre:
http://olhotatico.blogspot.com.br/
O blog trata de futebol, enfocando prioritariamente esquemas táticos e análises técnicas e táticas de diversos times e seleções por aí. E o principal: de maneira sucinta, com textos curtos (bons para estes tempos de pressa em que vivemos) e ao mesmo tempo claros. É de um ex-aluno meu, que hoje faz jornalismo e ainda vai dar muito o que falar, grande promessa!
http://olhotatico.blogspot.com.br/
O blog trata de futebol, enfocando prioritariamente esquemas táticos e análises técnicas e táticas de diversos times e seleções por aí. E o principal: de maneira sucinta, com textos curtos (bons para estes tempos de pressa em que vivemos) e ao mesmo tempo claros. É de um ex-aluno meu, que hoje faz jornalismo e ainda vai dar muito o que falar, grande promessa!
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sábado, 1 de fevereiro de 2014
Mestre fatiador?
O que me leva a pensar em alguma explicação para isso. Ou algumas.
Um: a máquina que fatia o tal laticínio talvez seja caríssima. GRANDE, imponente, ultra-high-tech, cheia de componentes eletrônicos, chips e comandos sofisticadíssimos, o que exige anos de treinamento para operá-la.
Dois: a pessoa que corta o dito queijo em fatias para o deleite (sem trocadilhos) dos apreciadores de sanduíches e derivados deve ser um mestre fatiador, de linhagem secular e que passa os segredos do ofício apenas para um dos filhos, guardando assim os louros (e os lucros) da profissão, como o escriba no Egito Antigo.
Três: uma combinação das duas hipóteses anteriores - talvez o dito mestre fatiador tenha inventado a tal máquina revolucionária.
Quatro: pura sacanagem do supermercado para castigar os acomodados ou os comodistas.
Sei lá eu, mas que é um absurdo cobrar praticamente o dobro do preço de um produto apenas para fatiá-lo, isso é. A menos que uma das três primeiras hipóteses esteja certa...
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Vanda morreu
| Ficha de Dilma no SNI, onde se veem os outros nomes que usou em sua atividade então de esquerda. |
Luíza havia já morrido, quando continuou no PT mesmo após o escândalo do mensalão vir à tona. Morreu por cumplicidade, ou no mínimo por conivência. Teve chance de se salvar, com Luciana Genro e outros, mas não aproveitou.
Depois foi a vez de Patrícia. Morreu quando se aliou ao PMDB, com quem ainda continua, in memorian. Triste morte, porque prolongada e agonizante.
Triste noticiar ainda hoje estes óbitos recentes, na nossa ex-esquerda - ou ex-querda.
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sábado, 18 de janeiro de 2014
Cavalo verde
Tem aquele linguajar típico dos rincões e principalmente aquelas analogias de gaúcho - "mais solto que peido em bombacha" e "frio de renguear cusco", por exemplo, e máximas como "a partir do Mampituba tudo é exílio". Sem falar nas brincadeiras (sem maldade) com os catarinas, como atribuir a eles o chamar helicóptero de avião de rosca e guisado, de boi ralado!
Quem tem intimidade com causos vai gostar de reler alguns e é um bom presente para quem não é daqui ou não é muito íntimo da cultura rural do RS, tipo 'guri de apartamento'!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
1822 - ou ainda aquele velho ranço...
Acho que já comentei por aqui, mas não custa reforçar (até porque não estou a fim de procurar mesmo!), pois tem muita gente que torce o nariz para este ou outros livros do autor ou do gênero (livros sobre História escrito não por historiadores, mas por jornalistas).
A maior parte do ranço está nos velhos argumentos de que "não diz nada de novo" ou "fica caricaturizando a História".
Vamos por partes.
1. Quanto a não trazer nada de novo, é verdade. Até porque a base da pesquisa do autor é em outros livros e artigos (fontes secundárias, portanto), de historiadores. Quem é historiador e pretendia encontrar novidades, novas descobertas nos livros do Laurentino Gomes precisa rever seus conceitos - sobre descobertas, sobre livros ou sobre História.
2. Quanto a caricaturizar a História ou pegar particularidades e colocá-las no centro da discussão, também há que se registrar que o historiador que lê estes livros sabe (ao menos deveria saber) discernir o que é Historia o que é regra e o que é exceção. E quem não é historiador, então, tem um prato cheio, tem bons pontos de partida para buscar mais informações sobre o que está lendo... Na verdade, o grande mérito deste tipo de leitura, iniciado no Brasil, creio eu, com os livros do Peninha (a trilogia do descobrimento, às vésperas dos "500 anos" é o de aproximar o público 'comum' da História. Poucos não-iniciados em História pegavam antes livros de História para ler, até porque a maioria esmagadora dos livros de História escritos por historiadores destina-se mesmo A historiadores (salvo algumas exceções, como Mary Del Priori). O academicismo e muitas vezes a linguagem acaba afastando o público comum dos livros de História. A popularização da História acabou acontecendo mesmo através destas obras que a "traduzem" para o público comum. Isso explica a grande quantidade e o sucesso de revistas de História que temos hoje, bem como as séries de livros e filmes com fundo na História. Quem lê E GOSTA acaba indo atrás de mais informações, e bebendo em outras fontes. Eu mesmo tenho alunos que já no ensino fundamental, aos 12, 13 anos leem e comentam comigo sobre estes livros (1808, 1822, 1889...), espontaneamente, sem a leitura ter sido cobrada e muitas vezes até sem estarmos estudando tais assuntos. Alguém aí duvida da crescente popularização da História nos últimos anos?
Enfim, vale sim a leitura, e mais ainda se ela for ponto de partida para aprofundamento em outras fontes!
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sábado, 11 de janeiro de 2014
La caponata
Bah, o título ficou até parecendo nome de máfia...
Nada como as férias... Tempo para se dedicar a atividades que dão prazer e fazem bem à cabeça - e, de quebra, à gula!!!!
Encontrei uma boa receita de Caponata (a famosa pasta de berinjela) e resolvi experimentar. Bem facinha e com ótimo resultado, anotaí!!!
CAPONATA
Ingredientes:
- 2 berinjelas grandes
- 1 pimentão vermelho e 1 amarelo
- 1 cebola grande
- 3 dentes de alho amassados
- 200 g de champignon picado
- orégano a gosto
- sal a gosto
- salsinha e cebolinha a gosto
- azeite para refogar e cobrir a conserva
Preparo:
- Descascar a berinjela e cortar em cubinhos ou tirinhas (preferi o formato das tirinhas, mais comum na caponata). Como se vê na foto, berinjela cortada não é a coisa mais bonita do mundo, mas, segue fazendo a receita que o resultado compensa!
- Retirar as sementes dos pimentões e cortar no mesmo formato da berinjela. Eu não tinha o vermelho, então usei o verde mesmo; em termos de gosto acho que não dá tanta diferença, só no visual mesmo...
- Refogar a cebola picada com o alho amassado no orégano e no azeite. Como estou suspeitando ser alérgico à orégano, não coloquei (nas últimas vezes em que fiz pizza sem orégano passei bem...)
- Juntar a berinjela e os pimentões, mexendo para não pegar no fundo. Acrescentar o champignon e corrigir o sal, de acordo com o gosto pessoal. Quando a berinjela estiver mole, é hora de apagar o fogo e acrescentar a salsa e a cebolinha. Depois, colocar em um refratário de vidro e deixar esfriar. Aí é só colocar em um recipiente de vidro bem limpo, cobrir com azeite e levar à geladeira. Fica melhor nos dias seguintes, mais 'curtida'. Eu usei azeite de oliva, em cada vidro (não tinha vidro grande disponível, fiz em vários daqueles de papinhas). Bom com torradinhas, e já fiz até pizza com esta pasta!

Nada como as férias... Tempo para se dedicar a atividades que dão prazer e fazem bem à cabeça - e, de quebra, à gula!!!!
Encontrei uma boa receita de Caponata (a famosa pasta de berinjela) e resolvi experimentar. Bem facinha e com ótimo resultado, anotaí!!!
CAPONATA
Ingredientes:
- 2 berinjelas grandes
- 1 pimentão vermelho e 1 amarelo
- 1 cebola grande
- 3 dentes de alho amassados
- 200 g de champignon picado
- orégano a gosto
- sal a gosto
- salsinha e cebolinha a gosto
- azeite para refogar e cobrir a conserva
Preparo:
- Descascar a berinjela e cortar em cubinhos ou tirinhas (preferi o formato das tirinhas, mais comum na caponata). Como se vê na foto, berinjela cortada não é a coisa mais bonita do mundo, mas, segue fazendo a receita que o resultado compensa!
- Refogar a cebola picada com o alho amassado no orégano e no azeite. Como estou suspeitando ser alérgico à orégano, não coloquei (nas últimas vezes em que fiz pizza sem orégano passei bem...)
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Bom, outro ano fraco em termos de leituras (espero que o último), mas ainda assim, vamos manter a tradição - sim, sou apegado a tradições! - e proceder à lista das indicações desta Mente Inquieta.
Os indicados estão em azul!
- Getúlio Vargas em dois mundos (Wanda Canutti)
- Canções (Mário Quintana)
- Rua dos cataventos (Mário Quintana)
- Os templários (Barbara Frale)
- Uma história do mundo (David Coimbra)
- Bento Gonçalves - o herói ladrão (Tau Golin)
- Buda - O mito e a realidade (Heródoto Barbeiro)
- Figura na sombra (Assis Brasil)
- O exército de um homem só (Moacyr Scliar)
- Seu amigo esteve aqui (Cristina Chacel)
Como se vê, muito livro indicado para pouca lista, mas, desde que passei a ter pouco tempo para leitura, passei a selecionar BEM MELHOR o que leio. Se vou ler pouca coisa, não quero perder tempo com livros maisoumenos!
domingo, 5 de janeiro de 2014
Ajeitando as melancias
Outro ano se foi. E um bem punk, por sinal. O mais pesado em termos profissionais, com uma série de exigências, burocracias e carga absurda de trabalho para casa. Logo para casa, local de relaxar, desligar um pouco do mundo e ver a filha crescer. Mas este ano tudo vai ser diferente - promessa de ano novo? Sei lá, talvez apenas um desejo, uma esperança...
Enfim, férias, e voltamos ao blógue. Queria ter passado aqui antes, foi um final de ano com bastante temas para serem abordados - o segundo enterro do João Goulart, infelizmente abafado pela morte de um ícone mundial do século XX, Mandela; os 45 anos do AI-5, também em dezembro, as punições do mensalão, Snowden e por aí vai.
Mas vamos aos poucos arrumando as melancias na carroça, com o sacolejar da estrada. O fato é que pretendemos - agora sim, promessa de ano novo! - ativar mais o Mente Inquieta em 2014, como foi em seus primeiros anos. Sim, em tempos de facebook mesmo. Sou metódico e organizado demais para postar no face o que posto aqui, pois um blog permite organização dos assuntos por temas. Por isso continuo e vou continuar blogando, paciência. Gostou do que leu aqui? Curte - aqui ou no face. E, o principal, comenta! Elogia, critica, chuta o balde, sei lá, mas me dá combustível!!!
Ah, e um feliz vinte quatorze para todos!!!
Enfim, férias, e voltamos ao blógue. Queria ter passado aqui antes, foi um final de ano com bastante temas para serem abordados - o segundo enterro do João Goulart, infelizmente abafado pela morte de um ícone mundial do século XX, Mandela; os 45 anos do AI-5, também em dezembro, as punições do mensalão, Snowden e por aí vai.
Mas vamos aos poucos arrumando as melancias na carroça, com o sacolejar da estrada. O fato é que pretendemos - agora sim, promessa de ano novo! - ativar mais o Mente Inquieta em 2014, como foi em seus primeiros anos. Sim, em tempos de facebook mesmo. Sou metódico e organizado demais para postar no face o que posto aqui, pois um blog permite organização dos assuntos por temas. Por isso continuo e vou continuar blogando, paciência. Gostou do que leu aqui? Curte - aqui ou no face. E, o principal, comenta! Elogia, critica, chuta o balde, sei lá, mas me dá combustível!!!
Ah, e um feliz vinte quatorze para todos!!!
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